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Léo da Bodega, Rael e Los Brasileros dão nova vida a clássico de Bezerra da Silva

“A Semente” ganha uma versão que mistura samba e hip hop e aproxima a obra de Bezerra de uma nova geração

21/08/2026 15h47
Por: Carol Pedrosa Fonte: Omim
foto:divulgacao
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Tem clássico que não envelhece — só ganha novas maneiras de ser contado. É o caso de “A Semente”, eternizada por Bezerra da Silva, que agora recebe uma nova leitura pelas mãos de Léo da Bodega, Rael e Los Brasileros.

A faixa chega às plataformas no dia 21 de agosto e coloca lado a lado diferentes gerações e linguagens da música brasileira. De um lado, a força do samba de Bezerra. Do outro, o rap, a música urbana e a identidade pernambucana que fazem parte da trajetória de Léo da Bodega.

A ideia da parceria surgiu a partir de um convite feito por Pedro Dash, integrante dos Los Brasileros, para revisitar obras do catálogo de Bezerra. Quando “A Semente” apareceu na seleção, a escolha pareceu quase óbvia.

E a nova versão mantém o espírito do original, mas ganha novos contornos com samba e hip hop, criando uma ponte entre a música que atravessou décadas e uma geração que continua encontrando nela temas muito atuais.

Para Léo, a conexão é ainda mais afetiva. Pernambucano, assim como Bezerra, o artista cresceu cercado pela cultura popular e carrega em sua trajetória referências que passam pelo maracatu, pela rabeca e pela tradição artística de Olinda.

O encontro com Rael também reforça essa mistura. Os dois têm em comum uma trajetória que aproxima ritmos brasileiros de sonoridades urbanas, fazendo com que a homenagem não pareça apenas uma releitura, mas uma conversa entre artistas.

E tem momento importante de carreira por aí. Depois de participar do mais recente álbum de Anitta e acumular novas parcerias, Léo considera “A Semente” um dos lançamentos mais especiais de sua trajetória.

A faixa ainda chega acompanhada de um lyric video, com animações inspiradas na capa, ampliando a experiência visual da música.

No fim, a homenagem funciona como deve funcionar uma boa releitura: respeita a história, mas não tem medo de olhar para frente. Bezerra continua presente — agora em diálogo com o som de uma nova geração.

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